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Blogger Literatura
Textos excelentes para refletir
terça-feira, 5 de abril de 2011
A importância do Inglês
sexta-feira, 1 de abril de 2011
AUTOASTRAL
Que o ano letivo que se inicia, seja repleto de descobertas e realizações! Que nesse ano ultrapasses os obstáculos que encontraste no ano que passou!
Que aqueles que não conseguiram seus objetivos, não desestimules. Não se sintam derrotados. Vejam os pontos positivos, vocês conseguiram bastante. Embora não o necessário de que necessitavam! Mas lembrem sempre que é refletindo sobre nossos erros que encontraremos os acertos.
Lembrais sempre dos verbos: lutarei; conseguirei; vencerei! Pois, isso fará com que estejas estimulado positivamente.
Prestais atenção a mensagem de vossos orientadores! Mantenhas diariamente um respeito mútuo! Sejais curiosos com relação aos conteúdos. Porque é através das interrogações que adquirimos informações e estas poderemos transformá-las em conhecimentos, que é o bem mais precioso do ser humano. Pois tudo alguém poderá lhe tomar, menos o conhecimento. Visto que, depois de internalizado é algo seu, pessoal!
Geralmente só nos damos conta da riqueza que deixamos passar, quando estamos correndo contra o tempo no final do ano. As ações de oralidades e outras, que os orientadores tentam passar, muitas vezes são vistas como coisas banais. É possível até se ouvir ironia ou coisa parecida, quando o professor tenta conscientiza-los para essa questão.
Vivendo e Aprendendo
Eis algumas coisas que aprendi na vida:
Que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso.
Que levam anos para se construir confiança e apenas segundos para destrui-la.
Aprendi que não temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam.
Que as circunstâncias e o ambiente têm influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos.
Que ou você controla seus atos ou eles o controlarão.
Aprendi que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências.
Que paciência requer muita prática.
Que existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar isso.
Que, algumas vezes, a pessoa que você pensa que vai lhe dar o golpe mortal quando você cai, é uma das poucas pessoas que o ajudam a se levantar.
Que só porque uma pessoa não o ama como você quer, não significa que ela não o ame com tudo o que pode.
Que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens: seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.
Que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém. Na maioria das vezes, você tem que perdoar a si mesmo.
Que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido; o mundo não pára, esperando que você o conserte.
A vida é um grande jogo, cheio de mistérios e segredos, onde aprendemos muitas coisas boas e ruins. Talvez seja a maior experiência que um ser humano enfrenta em sua existência e, por isso, deve ser extremamente valorizada.
Conselhos de Bill Gates
Para qualquer pessoa com filhos de qualquer idade ou qualquer pessoa que já foi criança, aqui estão alguns conselhos de Bill Gates em uma conferência de uma escola secundária sobre coisas que estudantes não aprenderiam na escola. Ele fala sobre como a política do "sentir-se bem" tem criado uma geração de crianças sem conceito da realidade e como esta política tem levado as pessoas a falharem em suas vidas posteriores à escola.
Regra 1: A vida não é fácil - acostume-se com isso.
Regra 2: O mundo não está preocupado com a sua auto-estima. O mundo espera que você faça alguma coisa útil por ele ANTES de sentir-se bem com você mesmo.
Regra 3: Você não ganhará um alto salário assim que sair da escola. Você não será vice-presidente de uma empresa com carro e telefone à disposição antes que tenha conseguido comprar seu próprio carro e telefone.
Regra 4: Se você acha seu professor rude, espere até ter um chefe. Ele não terá pena de você.
Regra 5: Ser office boy não está abaixo da sua posição social. Seus avós têm uma palavra diferente para isso - eles chamam de oportunidade.
Regra 6: Se você fracassar, não é culpa de seus pais, então não lamente seus erros, aprenda com eles.
Regra 7: Antes de você nascer seus pais não eram tão chatos como agora. Eles só ficaram assim por pagar as suas contas, lavar suas roupas e ouvir você falar o quanto você mesmo era legal. Então antes de salvar o planeta para a próxima geração querendo consertar os erros da geração dos seus pais, tente limpar seu próprio quarto.
Regra 8: Sua escola pode ter eliminado a distinção entre vencedores e perdedores, mas a vida não é assim. Em algumas escolas você não repete mais de ano e tem quantas chances precisar até acertar. Isto não se parece com absolutamente NADA na vida real.
Regra 9: A vida não é dividida em semestres. Você não terá sempre os verões livres e é pouco provável que outros empregados o ajudarão a cumprir suas tarefas no fim de cada período.
Regra 10: Balada NÃO É vida real. Na vida real, as pessoas têm que deixar o barzinho ou a cafeteria e ir trabalhar.
A vida com Arte
Jornalismo e literatura têm muito mais pontos em comum do que aspectos diferenciadores. Nada impede – e é até desejável – que um adote a linguagem do outro e vice-versa, o que, nas duas categorias, só tende a tornar o texto mais atrativo e marcante. Aliás, o Literário nasceu com essa proposta básica. Ou seja, a de permitir ao jornalista que utilize, com plena liberdade, as ferramentas do escritor. Que, sobretudo, graças ao seu inato talento, produza textos híbridos, transcrevendo a realidade, nua e crua, como ela de fato é, mas com arte e beleza, sem se ater aos tantos manuais de redação que engessam sua criatividade.
Guardadas as devidas proporções, o literato sempre foi uma espécie de “repórter do imaginário”. Na mais remota antiguidade, antes da invenção da escrita, eram os poetas, por exemplo, que exerciam o papel de jornalistas, difundindo, em versos, o que acontecia: guerras, amores, tragédias e todas as demais circunstâncias impostas pela vida. Há cerca de meio milênio apenas, quando eram raros os homens letrados na Europa, os menestréis exerciam essa mesma função. Não há como discordar, por exemplo, da colocação da jornalista Karina Monteiro que, na crônica que publicou, ontem, no Literário, classificou o jornalista de “poeta do cotidiano”. Ele, de fato, o é.
Se nos remetermos ao significado original da palavra “poesia”, em grego, essa afirmação deixará de ser metáfora e será a mais legítima expressão da verdade. O termo “poesis”, substantivo derivado do verbo “poieô”, significava a ação do fazer. Indicava, pois, a realização, o ato, a produção de algo, além da modificação da realidade mediante o agir
A Cura...
Procurei em diversas leituras o meu conhecimento interior e a minha verdadeira paz. Porém, por ironia do destino, quando reencontrei a escrita, eu achei tudo isso. Escrever me devolve o rumo, me alivia a alma, me dá prazer.
Gostaria de experimentar doses de inspirações diárias, em forma de pílulas poéticas, gotas de reflexões, injeções de conteúdos literários ou doses de conversas inspiradoras. Creio, que assim, teria saúde mental, espiritual e poética para escrever dias, noites, madrugadas ... sem ver passar o tempo, sem escutar o barulho da rua, sem ter medo de nada, sem me preocupar com o amanhã.
Apenas escreveria e deixaria que a vida me levasse em direção de cada rima, cada letra, cada inspiração. Quero viver das letras, quero compartilhar minhas emoções com elas. Não me tirem a inspiração de escrever. Estava morrendo aos poucos sem perceber, eram elas ... as letras que faltavam em minha vida. Estou medicada pois suas doses diárias voltaram. Pretendo me viciar cada vez mais pelas letras , afinal a paixão por escrever é uma doença boa.
Todo vício tem sua dor e sua delícia. A dor: ficar muito tempo sem escrever e perceber um grande vazio interior. A delícia: viver minha vida para deleitar-me disso. Quero adocicar a vida a partir das minhas doces letras. A vida amarga foi embora. Minhas letras estão aqui e mudarão tudo isso.
O remédio que me cura, o mel que me adoça. A escrita significa tudo isso pra mim. Agora estou mais viva, mais completa. Esse prazer me fez renascer e agora não quero parar mais de desfrutar esses momentos. Quero que as letras sintam-se em casa novamente, dominem meus pensamentos, inspirem meus versos, conduzam minhas mãos no papel. Enfim, que elas fiquem comigo pra sempre!
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